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Em 2010, nasceram mais meninos em Cianorte

O prefeito Edno Guimarães está realizando uma bela administração em Cianorte. Na área de saúde, Edno tem dado prioridade ao atendimento das gestantes e no acompanhamento dos recém-nascidos. Só para se ter uma ideia da eficácia proporcionada pelos programas da prefeitura, vejam os dados divulgados no relatório da Secretaria de Saúde. Em 2010, o número de meninos nascidos foi superior ao de meninas em Cianorte.

O prefeito Edno Guimarães está realizando uma bela administração em Cianorte. Na área de saúde, Edno tem dado prioridade ao atendimento das gestantes e no acompanhamento dos recém-nascidos.

 
Só para se ter uma ideia da eficácia proporcionada pelos programas da prefeitura, vejam os dados divulgados no relatório da Secretaria de Saúde. Em 2010, o número de meninos nascidos foi superior ao de meninas em Cianorte.
 
Os indicativos, que foram tema de reportagem da Tribuna de Cianorte, mostram que é considerável a quantidade de partos realizados no município, de gestantes de outras cidades da região – cerca de 40% do total. Em 2010, segundo o relatório do “Nascer em Cianorte – Um direito a cidadania”, foram 1.450 partos, e deste total, 886 foram de gestantes residentes em Cianorte. Os demais foram de pacientes da região.
 
O número de meninos, que até o meio do ano passado era menor, acabou ultrapassando o total de meninas e terminou o ano com 457 bebês do sexo masculino e 429 do feminino. Até o meio do ano, eram 228 bebês homens e 242 mulheres, de um total de 470 partos.
 
Os números continuam parecidos com levantamentos anteriores. Destaca-se também o alto índice de mães adolescentes, menores de 19 anos. Em 2010 foram registrados 151casos, perfazendo 10,4 % do total de partos.
 
O preferido pela maioria das mulheres é a cesariana. No primeiro semestre foram 462 intervenções cirúrgicas, contra 424 partos normais. “Existem muitos mitos sobre o parto normal. A gente sente dor, mas depois passa e muito rápido. O bebê nasce e já vem para o nosso colo. Dá até para amamentar na hora. E a recuperação é imediata. Ganhei o bebê num dia e no outro já vou para casa, ficar com meu filho Wofilyn, amamentando. Não tenho palavras para expressar essa alegria”, afirmou a costureira Marli Pereira de Brito Oliveira, 31 anos, de Tuneiras do Oeste, que optou pelo parto normal.
 
Wofilyn, como todas as crianças nascidas em Cianorte, recebeu a visita de profissionais da Secretaria Municipal da Saúde que atuam no Programa Nascer em Cianorte. Ainda no hospital, a mamãe recebeu orientação sobre amamentação, cuidados com os seios, a carteira de vacina e primeiros cuidados com o bebê, em panfletos de orientações e ainda um diploma assinado pelo prefeito Edno Guimarães.
 
Segundo o administrador do Hospital e Maternidade São Paulo, Elvis Panuci, aproximadamente 90% dos partos acontecem na casa de saúde, que tem tradição na região. “Temos toda estrutura preparada, inclusive já definimos o local para implantação da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Neo Natal. Hoje, os partos em caso de gestações de risco precisam ser encaminhados a Paranavaí. Aguardamos apenas os aparelhos prometidos pelo governo do Estado”, comentou.
 
No dia 11 de fevereiro nasceram oito crianças no Hospital e Maternidade São Paulo, das quais seis meninos e duas meninas.
 
Profissionais acompanham as mães nas residências
Às vezes os profissionais do programa não conseguem encontrar as mães no hospital. Neste caso, a visita acontece nas residências. “Procuramos atender a todos. A determinação é que não fique ninguém sem as orientações”, relata a enfermeira Daniela Cerino, responsável pelo projeto. Neste quadro também estão incluídas as mães que passam pelo hospital em feriados e finais de semana.
 
A reportagem da Tribuna de Cianorte acompanhou a auxiliar de enfermagem Ivete Panucci de Oliveira Silva neste trabalho. Na primeira visita, a vendedora Rosangela Pereira de Souza, 35, moradora da zona dois, disse que neste seu segundo parto a opção foi pela cesárea. “O médico esperava o parto para o dia 20, mas já havia chegado o dia 24 e não havia nenhum sinal. Por isso, o doutor Francisco Busto Moreno Filho optou pela cesariana, para não corrermos riscos. Meu filho Nicolas de Souza Celestino Oliveira estava passando dia nascer, mas graças a Deus veio ao mundo com muita saúde”, comentou a mãe.
 
Indagada sobre o parto mais apropriado, a vendedora lembrou que teve duas experiências. “Minha filha de nove anos nasceu de parto normal, agora meu segundo filho de cesárea. O parto normal castiga um pouco, mas depois a dor passa e com o filho no colo tudo fica resolvido. Podemos cuidar melhor dele, portanto é muito melhor. Cesariana, somente em último caso”, disse.
 
PRIMEIRO FILHO
A segunda mãe visitada é moradora do Jardim Morada do Sol. A vendedora Ana Paula Ribeiro Marques Ruiz, 21 anos, deu luz no dia 5 de fevereiro. “Este é meu primeiro filho, mas tenho certa experiência. Ajudei cuidar de outras crianças, mas como mãe é tudo diferente. Já tinha recebido informações de enfermeiras e esta visita em casa esclarece muitas dúvidas. É muita informação”, comentou.
 
Ana Paula precisou ser submetida a uma cesariana. “Estava tudo pronto para o parto normal, mas tive problemas e o médico optou pela cesárea. O acompanhamento dos profissionais de saúde, inclusive as orientações passadas pela Ivete, são muito importantes. Falam sobre como se cuidar e também como cuidar do bebe. É muito bom um atendimento deste nível, principalmente as informações sobre amamentação”, disse.
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