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Vice-líder e coordenador paranaense da Frente Parlamentar da Indústria Têxtil

Com muita honra e satisfação anuncio a todos do blog a minha indicação, na última terça-feira, 5, como vice-líder na Câmara dos Deputados e coordenador no Paraná da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção do Brasil. Instalada no final da tarde de ontem no Salão Nobre do Congresso Nacional, a Frente José de Alencar, como é conhecida, terá como principal objetivo defender o setor que, somente no Paraná, emprega atualmente mais de 100 mil trabalhadores. Considero a minha participação estratégica e fundamental para o setor têxtil do Paraná. A nossa região Noroeste, em especial, abriga algumas das maiores indústrias têxteis do Estado, e este setor merece atenção especial na hora das decisões tributárias e de crédito que são tomadas aqui no Congresso Nacional.








Com muita honra e satisfação anuncio a todos do blog a minha indicação, na última terça-feira, 5, como vice-líder na Câmara dos Deputados e coordenador no Paraná da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção do Brasil. Instalada no final da tarde de ontem no Salão Nobre do Congresso Nacional, a Frente José de Alencar, como é conhecida, terá como principal objetivo defender o setor que, somente no Paraná, emprega atualmente mais de 100 mil trabalhadores.

Considero a minha participação estratégica e fundamental para o setor têxtil do Paraná. A nossa região Noroeste, em especial, abriga algumas das maiores indústrias têxteis do Estado, e este setor merece atenção especial na hora das decisões tributárias e de crédito que são tomadas aqui no Congresso Nacional.

A Frente Parlamentar foi lançada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), e será composta por mais de 250 deputados federais e senadores. O líder da Frente na Câmara será o deputado Henrique Fontana (PT-RS), e no Senado o senador Luís Henrique (PMDB-SC) assume a liderança.

Na minha avaliação, um dos principais desafios da Frente será reverter um déficit no setor que já chega a US$ 6 bilhões, decorrente da concorrência injusta entre os produtos fabricados no Brasil e os têxteis importados de países como China, Camboja e Bangladesh. Nossa missão, nesse sentido, será defender a indústria nacional, que gera empregos e renda aqui no Brasil e tem qualidade tão boa ou até melhor que os produtos importados.

A concorrência internacional é um dos principais fatores para a falta de competitividade do produto brasileiro no mercado. Os empresários do setor têxtil enfrentam uma quantidade enorme de subsídios oferecidos para os produtos estrangeiros e, além disso, ainda brigam pelo mercado com países que não contam com as melhores práticas ambientais, trabalhistas e sociais, como temos no Brasil.

Outra medida que a Frente vai defender de imediato é a criação de uma linha de crédito emergencial, especialmente para o setor têxtil, de forma a recompor o capital de giro das empresas. Sem este capital de giro, e com os preços dos insumos em trajetória de alta, muitas empresas não resistem e acabam fechando as portas, o que é péssimo para o Brasil e para o Paraná.

Homenagem

A solenidade de lançamento da Frente Parlamentar começou com uma quebra de protocolo. O presidente da ABIT, Aguinaldo Diniz Filho, pediu um minuto de silêncio dos participantes em memória do ex-presidente da República José de Alencar. Proprietário da Coteminas, uma das maiores empresas de confecção da história do país, Alencar faleceu no último dia 29 de março, após uma longa batalha contra o câncer, e desde ontem nomeia a Frente.

“José Alencar foi o maior empresário do setor têxtil do país, e um dos grandes responsáveis pela expansão do setor nas últimas décadas, por isso temos que sempre relembrá-lo como exemplo de força e determinação em defesa deste segmento”, destacou Diniz Filho.

Mas antes mesmo da instalação oficial da Frente Parlamentar, as reuniões de trabalho já haviam começado na capital federal. Na manhã de hoje (terça-feira, 5), como coordenador da Frente para o Paraná e segundo vice-líder da frente na Câmara,  acompanhei diretores da ABIT  e parlamentar numa audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS).

Durante o encontro, os diretores solicitaram ao presidente da Câmara "especial atenção para a redução da carga tributária sobre o setor de confecções". A meu ver, se esta redução não acontecer em curto e médio prazo, o Brasil pode deixar de gerar 250 mil empregos somente neste ano, devido à concorrência com os produtos estrangeiros, especialmente os chineses.
 

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