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Curitiba serve de modelo para outras capitais em segurança bancária

O município de Curitiba serviu de exemplo para outras capitais brasileiras quanto ao fortalecimento da segurança aos clientes dos bancos brasileiros. Somente neste ano, as cidades de Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Salvador (BA) e Teresina (PI), aderiram a lei que proíbe o uso de celulares nas agências bancária. Em todos os casos, a lei do vereador Tito Zeglin (PDT) em Curitiba serviu de modelo para aplicação da lei.

O município de Curitiba serviu de exemplo para outras capitais brasileiras quanto ao fortalecimento da segurança aos clientes dos bancos brasileiros. Somente neste ano, as cidades de Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Salvador (BA) e Teresina (PI),  aderiram a lei que proíbe o uso de celulares nas agências bancária.  Em todos os casos, a lei do vereador Tito Zeglin (PDT) em Curitiba serviu de modelo para aplicação da lei. 

“O nosso objetivo é aumentar a segurança dos usuários, dificultando a comunicação entre criminosos que monitoram potenciais vítimas que estejam sacando dinheiro. Esta lei não vai resolver todos os problemas, mas vem somar-se a outras medidas que visem trazer mais tranquilidade à população”, argumentou o parlamentar.

A ação indicada pelo vereador refere-se ao crime conhecido como «saidinha de banco», no qual um olheiro dentro da agência indica a um comparsa quais clientes estão saindo com dinheiro. Na capital paranaense, os clientes de bancos estão proibidos de usar o telefone celular nas agências bancárias desde o dia 15 de setembro de 2010.

Pela legislação, fica determinado  que os aparelhos sejam desligados antes da entrada no banco. Quem desrespeitar a lei está sujeito à apreensão do telefone, devolvido somente na saída. Em casos extremos, a polícia pode ser chamada para garantir o cumprimento da norma.
 

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