Em Foz, Centro de Triagem do Profilurb II completa cinco anos de trabalho social
Quero parabenizar o Centro de Triagem do Profilurb II, de Foz do Iguaçu, por cinco anos de atividade, completados esta semana. Atualmente, 12 catadores atuam no centro, mas a intenção é aumentar este número, mesmo com as dificuldades, como a falta de apoio de órgãos responsáveis e a conscientização das pessoas sobre a importância da separação adequada do lixo, informa o jornalista Nelson Figueira, no jornal A Gazeta do Iguaçu.
Quero parabenizar o Centro de Triagem do Profilurb II, de Foz do Iguaçu, por cinco anos de atividade, completados esta semana. Atualmente, 12 catadores atuam no centro, mas a intenção é aumentar este número, mesmo com as dificuldades, como a falta de apoio de órgãos responsáveis e a conscientização das pessoas sobre a importância da separação adequada, informa o jornalista Nelson Figueira, no jornal A Gazeta do Iguaçu.
Além de papelão e latas de cerveja e refrigerante, os agentes daquela, informa a matéria, coletam ainda isopor, garrafas pet e de vidro e caixas de leite longa-vida. Porém, o trabalho destes catadores esbarra nos baixos preços pago pelas empresas compradoras de material, que não são compensadores.
"Os valores são bem baixos, mas pretendemos alcançar um preço melhor. Hoje, o papelão varia de R$ 0,20 a R$ 0,22 o quilo. A garrafa de vidro vendemos a R$ 0,5 o quilo e o que dá um lucro mais ou menos, pois estamos vendendo a R$ 2,20, é a latinha. Ela tem um preço melhor e maior saída. Mas hoje recolhemos mais garrafas de vidro do que latinhas, pois muitos preferem mais a long-neck", explicou Claudemir Gomes, coordenador do Centro.
Os 12 agentes do centro se dividem em dois grupos — um responsável pela coleta e o outro pela triagem. Ao final do mês, todo o arrecadado com a venda dos materiais é dividido em partes iguais. Neste mês, os que trabalharam todos os dias receberam R$ 600, mas a meta é, no próximo mês, chegar a R$ 800. "Renda boa não é, mas temos de agradecer a Deus pelo que estamos ganhando. Acreditar que é melhor pingar que secar".
Além de melhorar a renda, o coordenador Gomes disse ainda ser necessário melhorar a estrutura do local. Além de o barracão ser pequeno, falta iluminação — uma reivindicação antiga ainda não resolvida pelo poder público.
