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Brasil vai doar US$ 20 milhões para Aliança Global

No governo PT, o Brasil passou a preocupar-se também com os direitos universais de outras nações. Um exemplo será o anúncio oficial do governo brasileiro, no próximo dia 13, em Londres, quanto a doação de US$ 20 milhões para a “Aliança Global para Vacinas e Imunização” (GAVI).

No governo PT, o Brasil passou a preocupar-se também com os direitos universais de outras nações. Um exemplo será o anúncio oficial do governo brasileiro, no próximo dia 13, em Londres, quanto a doação de US$ 20 milhões para a “Aliança Global para Vacinas e Imunização” (GAVI).

Iniciativa internacional lançada em 2000, a Aliança busca garantir a democratização do acesso à imunização em nível mundial. A Alinça já conseguiu prevenir mais de 5 milhões de óbitos nos últimos dez anos.

Inserida no contexto da ação global de combate à fome e pobreza, a doação brasileira, autorizada pela Lei 12.413, será realizada por meio de parcelas iguais e subseqüentes ao longo de 20 anos, e utilizada no financiamento do Mecanismo de Financiamento Internacional para Imunização (IFFim), responsável pela vacinação e imunização em países de baixa renda.

A Conferência de doadores da GAVI buscará compromissos para o financiamento da imunização em países de menor desenvolvimento relativo. O objetivo é o de acelerar o acesso às vacinas sub-utilizadas; fortalecer os sistemas de saúde e imunização nos países e introduzir novas tecnologias de imunização, a fim de contribuir para o cumprimento dos
“Objetivos do Milênio”, com a redução em dois terços, até 2015, do número de óbitos em crianças menores de cinco anos.

Parceiros, doadores, co-financiadores e fabricantes de vacinas discutirão a necessidade de levantar recursos da ordem de US$ 3.7 bilhões para os programas de imunização a serem implementados pela Aliança entre 2011 e 2015.

Embora tenha havido progressos significativos na redução da mortalidade infantil, cerca de 2 milhões de crianças morrem anualmente de doenças para cuja prevenção existem vacinas. A maior parte dos óbitos ocorre em países de menor desenvolvimento em função de enfermidades como pneumonia e diarréia, que causam cerca de 40% do total de mortes.

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