Núcleo Regional da Faixa de Fronteira do Paraná define plano de ação até dezembro
As principais diretrizes do Núcleo Regional da Faixa de Fronteira do Paraná já estão definidas. Na última quinta-feira, 21, em Foz do Iguaçu, representantes dos governos federal, estadual, de municípios e instituições públicas e privadas definiram o papel, a gestão e a estrutura do núcleo. A partir de agora, os trabalhos serão intensos até dezembro, quando o plano de ação estratégica da área de fronteira do Núcleo Paraná deverá ser, finalizado e entregue ao governo federal para aprovação. Ficou definido no encontro que o papel do Núcleo Regional incluirá a articulação de políticas públicas para a faixa de fronteira, bem como a proposição de uma legislação para essa região. A integração com os outros países, o fortalecimento do turismo e a execução de projetos também são alguns pontos tidos como fundamentais.
As principais diretrizes do Núcleo Regional da Faixa de Fronteira do Paraná já estão definidas. Na última quinta-feira, 21, em Foz do Iguaçu, representantes dos governos federal, estadual, de municípios e instituições públicas e privadas definiram o papel, a gestão e a estrutura do núcleo.
A partir de agora, os trabalhos serão intensos até dezembro, quando o plano de ação estratégica da área de fronteira do Núcleo Paraná deverá ser, finalizado e entregue ao governo federal para aprovação.
Ficou definido no encontro que o papel do Núcleo Regional incluirá a articulação de políticas públicas para a faixa de fronteira, bem como a proposição de uma legislação para essa região. A integração com os outros países, o fortalecimento do turismo e a execução de projetos também são alguns pontos tidos como fundamentais.
O Núcleo de Fronteira Paraná será constituído de um grupo gestor e uma secretaria executiva, que vai auxiliar as câmaras temáticas das regiões Oeste e Sudoeste a elaborar seus planos em relação aos países com que fazem fronteira. O Núcleo ficará sediado no PTI e será coordenado pelo governo do estado, sempre com a participação de demais instituições envolvidas no projeto.
Cada região contará com câmaras temáticas que avaliarão a faixa de fronteira em relação a segurança, saúde, infraestrutura e logística, educação, desenvolvimento econômico e desenvolvimento socioambiental. Com base nesses temas, serão estabelecidas as ações a serem sugeridas ao governo federal por meio do plano unificado.
