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Dilma garante que Brasil está mais forte para enfrentar crises econômicas

A presidenta Dilma Rousseff disse que o Brasil não tem "nenhuma fraqueza" e está mais preparado para enfrentar uma crise econômica vinda de fora do que estava em 2008, quando problemas em bancos dos EUA derrubaram a economia mundial. "O Brasil ainda está mais forte do que estava em 2008. Em 2008 nós tínhamos condição de enfrentar a crise quando ela veio. Hoje, temos mais condições", disse para, em seguida, explicar que, atualmente, o Brasil tem 60% mais reservas internacionais e quase o dobro de reservas compulsórias do que tinha em 2008.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o Brasil não tem "nenhuma fraqueza" e está mais preparado para enfrentar uma crise econômica vinda de fora do que estava em 2008, quando problemas em bancos dos EUA derrubaram a economia mundial.

"O Brasil ainda está mais forte do que estava em 2008. Em 2008 nós tínhamos condição de enfrentar a crise quando ela veio. Hoje, temos mais condições", disse para, em seguida, explicar que, atualmente, o Brasil tem 60% mais reservas internacionais e quase o dobro de reservas compulsórias do que tinha em 2008.

Dilma disse também que o mercado interno brasileiro é "objeto de cobiça" para países que estão com a economia deprimida, mas que não irá permitir que a entrada de produtos importados ponha em risco os empregos da indústria brasileira.

"Esse mercado interno é objeto de cobiça de muitos que estão com a economia deprimida, que têm indústria sem criar os empregos necessários porque não há consumo, por que há crise lá fora. Não podemos deixar que, por causa da crise internacional, eles venham aqui diminuindo o valor dos seus produtos – por que eles não têm onde ser colocados lá fora – e entrem aqui e façam aqui uma destruição dos nossos empregos. Não vamos deixar por que é esse o nosso patrimônio".

A presidenta assegurou que o governo brasileiro não é contra os produtos importados quando não representam concorrência desleal à produção brasileira. Para ela, o problema é a entrada de importados com preços manipulados, que pratiquem concorrência desleal ou que entrem no Brasil sem pagar a totalidade dos impostos.

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