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Vera Pagnussatti, professora de Marechal Cândido Rondon, vence prêmio da Microsoft

Parabéns a professora Vera Beatriz Hoff Pagnussatti, de Marechal Cândido Rondon, vencedora do prêmio Educador Inovador 2011, promovido pela Microsoft do Brasil. A premiação é um reconhecimento pelo projeto “Jornal: diferentes suportes, diferentes gêneros discursivos”, que a professora desenvolve no Colégio Estadual Eron Domingues. Com o reconhecimento, Vera Beatriz vai ser uma das representantes do país na final mundial do prêmio em Washington (EUA), entre os dias 7 e 9 de novembro. O projeto paranaense concorreu com outros 1.400 trabalhos e ficou em segundo lugar na categoria “Inovação em Comunidade”. “É o reconhecimento de um trabalho começado de forma bem simples, envolvendo a questão do aluno como participante da sociedade”, afirma a professora no jornal "Gazeta do Povo" deste domingo,7.

Parabéns a professora Vera Beatriz Hoff Pagnussatti, de Marechal Cândido Rondon, vencedora do prêmio Educador Inovador 2011, promovido pela Microsoft do Brasil. A premiação é um reconhecimento pelo projeto “Jornal: diferentes suportes, diferentes gêneros discursivos”, que a professora desenvolve no Colégio Estadual Eron Domingues. Com o reconhecimento, Vera Beatriz vai ser uma das representantes do país na final mundial do prêmio em Washington (EUA), entre os dias 7 e 9 de novembro.

O projeto paranaense concorreu com outros 1.400 trabalhos e ficou em segundo lugar na categoria “Inovação em Comunidade”. Os três primeiros lugares das cinco categorias de escola pública concorreram ao prêmio “Educador Inovador” e o projeto de Vera foi o vencedor, eleito por votação popular realizada durante o evento. “É o reconhecimento de um trabalho começado de forma bem simples, envolvendo a questão do aluno como participante da sociedade”, afirma a professora no jornal "Gazeta do Povo" deste domingo,7.

Ela explica que os alunos participantes do projeto desenvolveram um jornal (impresso e online) com temas de interesse próprio e da comunidade próxima à escola, como sexualidade, drogas e violência. A primeira edição circulou junto com um jornal da cidade e também foi publicada num blog. A ideia, segundo ela, foi aliar o ensino da Língua Portuguesa à prática discursiva, trabalhando os diversos gêneros jornalísticos. Os alunos participaram de todo o processo, utilizando diferentes ferramentas tecnológicas, desde a elaboração dos textos até a publicação.

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