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Agosto começa com US$ 1 bi de superávit na balança comercial

A balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de agosto, superávit de US$ 1,054 bilhão, com média diária de US$ 210,8 milhões. Este valor está 93,9% acima do registrado em agosto de 2010 (média de US$ 108,7 milhões) e é 41,2% superior ao verificado em julho deste ano (US$ 149,3 milhões).

Resultado é 93,9% maior que agosto de 2010 e 41,2% acima de julho deste ano

A balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de agosto, superávit de US$ 1,054 bilhão, com média diária de US$ 210,8 milhões. Este valor está 93,9% acima do registrado em agosto de 2010 (média de US$ 108,7 milhões) e é 41,2% superior ao verificado em julho deste ano (US$ 149,3 milhões).

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 10,618 bilhões, com média diária de US$ 2,123 bilhões. Houve crescimento de 29,5% na comparação com a média de agosto de 2010 (US$ 1,640 bilhão) e aumento de 7,8% sobre a de julho deste ano (US$ 1,970 bilhão). 

Exportações – As exportações brasileiras, na primeira semana de agosto (1º a 7), com cinco dias úteis, foram de US$ 5,836 bilhões, com média diária de US$ 1,167 bilhão. O resultado é 33,5% superior à média de US$ 874,4 milhões, registrada em agosto de 2010. Houve crescimento das exportações das três categorias de produtos. 

Na comparação com a média de julho deste ano (US$ 1,059 bilhão), as exportações tiveram alta de 10,2%, com aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (17%), básicos (8,3%) e manufaturados (10,4%).

Importações – as importações somaram US$ 4,782 bilhões, com resultado médio diário de US$ 956,4 milhões. Por esse critério, houve aumento de 24,9% em relação a agosto do ano passado (média de US$ 765,6 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (110,4%), aeronaves e partes (106,9%), veículos automóveis e partes (29,6%), combustíveis e lubrificantes (27,1%), siderúrgicos (26,8%), farmacêuticos (25,1%) e plásticos e obras (25%).

Na comparação com julho de 2011 (média de US$ 910,3 milhões), houve aumento de 5,1% nas aquisições no mercado externo. Houve crescimento, principalmente, nas aquisições de aeronaves e partes (85,1%), siderúrgicos (29,7%), farmacêuticos (22,1%), equipamentos mecânicos (18,6%) e veículos automóveis e partes (7,2%).

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