No Paraná, bancada do PT recebe apoio de sindicatos na luta contra privatização
A bancada do PT na Assembleia Legislativa do Paraná está recebendo apoio de diversos sindicatos na luta contra a privatização da Copel e da Sanepar, que pode acontecer com a ampliação e instalação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar). Com o aceno do governo em retirar a Copel do rol de empresas públicas que teriam seus esforços fiscalizados pela Agepar, após pressão da bancada petista, outros sindicatos agoram lutas para que suas áreas sejam excluídas da Agepar.
A bancada do PT na Assembleia Legislativa do Paraná está recebendo apoio de diversos sindicatos na luta contra a privatização da Copel e da Sanepar, que pode acontecer com a ampliação e instalação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).
Com o aceno do governo em retirar a Copel do rol de empresas públicas que teriam seus esforços fiscalizados pela Agepar, após pressão da bancada petista, outros sindicatos agoram lutas para que suas áreas sejam excluídas da Agepar.
O Sindicato dos Trabalhadores no Saneamento do Paraná (Saemac) está atento ao projeto que pretende regulamentar e ampliar as funções da Agepar. Na edição nº 90 do Informativo Saemac, que circula entre os trabalhadores da Sanepar, uma matéria aborda justamente sobre o risco que a agência reguladora traz da privatização: "Essas agências funcionariam como "uma arapuca"… Começa de mansinho e depois o Governo entrega as companhias de "mão beijada".
"A Copel conseguiu que fossem feitas mudanças no texto para excluí-la do rol de empresas públicas que teriam seus serviços fiscalizados pela Agepar. E nós do Saemac também conseguiremos o mesmo com a Sanepar. O primeiro passo já foi dado. Na tarde de hoje enviamos uma carta para todos os deputados estaduais, solicitando que este projeto seja retirado da pauta da Assembleia Legislativa."
"Esperamos que isto seja suficiente para que os nossos deputados compreendam que com a aprovação deste projeto eles estariam apenas aumentando os custos que, certamente, serão repassados à comunidade. Mas, caso a nossa solicitação não seja atendida, existe a possibilidade de organizarmos manifestações para buscar isso. É nessa hora que a força e o apoio do trabalhador são essenciais para a nossa conquista! Não podemos permitir que o fantasma da privatização nos assombre…" finaliza a matéria no informativo da categoria
