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Para reduzir juros governo vai poupar mais R$ 10 bilhões

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a elevação em R$ 10 bilhões da meta do superávit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida) do governo central para este ano, ao passar de R$ 81 bilhões para R$ 91 bilhões, o que equivale entre 0,25% e 0,30% do Produto Interno Bruto (PIB). Desta forma, a meta do setor público consolidado subiu para R$ 127,8 bilhões.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a elevação em R$ 10 bilhões da meta do superávit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida) do governo central para este ano, ao passar de R$ 81 bilhões para R$ 91 bilhões, o que equivale entre 0,25% e 0,30% do Produto Interno Bruto (PIB). Desta forma, a meta do setor público consolidado subiu para R$ 127,8 bilhões.

    De acordo com o ministro, a medida atua de forma a evitar que o provável agravamento da crise internacional afete a economia brasileira. Além disso, Mantega também garante que o governo honrará gastos programados e que programas sociais e prioritários não serão afetados pelas novas medidas, isto é, recursos para o PAC, para a Copa e investimentos nos municípios estão garantidos. “Esse ajuste se dá para impedir o aumento de gastos correntes. Não compromete nenhum programa social, nenhum programa prioritário do governo”, explicou o ministro.

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