Produção industrial cresce em 8 dos 14 locais pesquisados
Na comparação com julho de 2010, o setor industrial mostrou variação negativa em sete dos 14 locais investigados O estudo mostra que o Amazonas (4,3%) registrou a maior expansão em julho, eliminando a perda de 3,6% observada no mês anterior. Em seguida aparece o Paraná (3,8%), Pará (3,7%), Rio Grande do Sul (2,7%), Rio de Janeiro (2,4%), Goiás (1,4%) e São Paulo (1,3%).
O estudo mostra que o Amazonas (4,3%) registrou a maior expansão em julho, eliminando a perda de 3,6% observada no mês anterior.
Em seguida aparece o Paraná (3,8%), Pará (3,7%), Rio Grande do Sul (2,7%), Rio de Janeiro (2,4%), Goiás (1,4%) e São Paulo (1,3%).
Vale lembrar que a produção industrial nacional avançou 0,5% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior, conforme informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na contramão, foram registrados resultados negativos em Santa Catarina (-0,7%), Pernambuco (-0,7%), região Nordeste (-1,8%), Ceará (-2,0%), Espírito Santo (-2,0%) e Bahia (-6,8%).
Já na comparação com julho de 2010, o setor industrial mostrou variação negativa em sete dos 14 locais investigados.
No acumulado de janeiro a julho de 2011, frente a igual período do ano anterior, nove dos 14 locais investigados tiveram índices positivos, com destaque para o avanço de dois dígitos do Espírito Santo (11,0%).
De acordo com o IBGE, no desempenho positivo desses locais, observa-se a maior presença de segmentos articulados à produção de bens de capital (para transporte e construção) e de bens de consumo duráveis (automóveis e celulares), além dos avanços nos setores extrativos (minérios de ferro), farmacêutico e de minerais não metálicos.
