Durante reunião da ONU Mulheres, Dilma diz que Brasil luta contra a discriminação
Ao participar do Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres, na tarde desta segunda-feira (19/9), em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff destacou que combater as consequências e as causas da crise financeira internacional é essencial para o empoderamento das mulheres.
Ao participar do Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres, na tarde desta segunda-feira (19/9), em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff destacou que combater as consequências e as causas da crise financeira internacional é essencial para o empoderamento das mulheres.
Ela frisou que as mulheres e crianças são as maiores vítimas das desigualdades sociais, guerras, violência doméstica e da precariedade na saúde pública, e que um ponto fundamental para a reversão desse quadro é aumentar a participação feminina nas instâncias decisórias.
A presidenta lembrou que tem atuado na promoção da equidade de gênero e que o núcleo central de seu governo é composto por mulheres – dez ministérios brasileiros são comandados por mulheres. Entretanto, Dilma Rousseff frisou que ainda há muito a se fazer no sentido de aumentar a participação feminina nas instâncias de poder; 52% das população brasileira é do sexo feminino, mas apenas 10% compõem o quadro do Congresso Nacional.
Durante seu discurso, a presidenta elogiou a criação da ONU Mulher e falou sobre a experiência brasileira de promoção da saúde, inclusão social, prevenção e combate à violência contra a mulher e a luta contra qualquer tipo de discriminação.
“A recusa da desigualdade é plenamente compatível com o respeito à diferença. Promover os direitos humanos é combater a discriminação baseada em gênero, raça, condição física, orientação sexual, pensamento diferente e religião. Essas lutas são todas indissociáveis”.
Dilma Rousseff também destacou sua participação, na próxima quarta-feira (21/9), no discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. “Com orgulho o Brasil participa dessa iniciativa (…). Depois de amanhã, serei a primeira mulher a abrir o debate geral da Assembleia da ONU e gostaria de compartilhar essa honra com todas as mulheres aqui presentes”.
Fonte: Blog do Planalto
