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Brasil retoma campanha que retrata conquistas das mulheres no desenvolvimento do País

Ótima iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres! Nos últimos anos as mulheres estão em grande destaques no Brasil, um bom exemplo são as nossas governantes, a ministra Gleisi e a presidenta Dilma Rousseff.

Campanha “Cada vez mais as mulheres conquistam seu espaço. Cada vez mais o Brasil é também feito por mulheres” começou a ser divulgada na última semana em tevês, rádios, internet, revistas, outdoors e busdoors
 
Com o conceito, dentro e fora de casa, as mulheres estão por toda parte e constroem um novo Brasil: forte, inclusivo e competitivo, o governo brasileiro retoma a veiculação de peças publicitárias que valorizam a participação da mulher no desenvolvimento do País.

Criada em março pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), a iniciativa retrata as principais conquistas na vida das brasileiras nos últimos dez anos, quando a igualdade de gênero foi incorporada nas políticas públicas. Para a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, são o trabalho e a determinação de negras, indígenas, brancas, jovens, idosas e mulheres com deficiência que tornam, todos os dias, o País mais desenvolvido. “As mulheres estão transformando o mundo. Há dez anos, o governo federal percebeu que o País teria melhores condições para se desenvolver se as pessoas fossem incluídas como cidadãs.Hoje, vemos os resultados positivos das políticas públicas. O Brasil está mais forte porque investiu na redução das desigualdades sociais, econômicas, de gênero e de raça – e isso abriu novas oportunidades para as mulheres”, explicou a ministra.

Números

As mulheres representam 51,5% da população. São chefes de 24,099 milhões de famílias, das 64,358 milhões que vivem em domicílio particular. Em média, dedicam 7,5 anos aos estudos, contra 7,1 anos dos homens. A média de vida das mulheres é 77,7 anos em contrapartida à dos homens, que é de 70,6.

De acordo com levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos dados mais recentes do instituto, publicados em 2009, quase 22 milhões de famílias declaram a mulher como esteio familiar em todos os aspectos, materiais e de relacionamento.

Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011, o trabalho doméstico deixou de ser a atividade que mais emprega mulheres: em 2009, 17,1% das mulheres economicamente ativas eram trabalhadoras domésticas. Em 2011, esse percentual diminuiu para 15,6%. A atividade que mais emprega mulheres é o comércio, sendo responsável pelo emprego de 17,6% delas e, em segundo lugar, estão as atividades de educação, saúde e serviços sociais com 16,8%.

Políticas públicas

A partir do Programa Pró-equidade de Gênero e Raça, 80 empresas passaram a incorporar práticas de igualdade de oportunidades e de tratamento para homens e mulheres.

As trabalhadoras domésticas conquistaram direitos como as férias de 30 dias e a estabilidade durante o período de gravidez. Também foi estimulada a formalização dos empregos por meio da Lei 11.324/2006.

As brasileiras representam mais de 50% daqueles que se beneficiaram do Programa Nacional de Qualificação e avançam em áreas antes restritas aos homens, como a construção civil. Além disso, a cada ano, aumenta o número de mulheres que buscam implantar e gerir seus próprios negócios. Entre 2003 e 2008, foram emprestados R$ 247 milhões a mulheres por meio de cerca de 35 mil contratos no Programa Nacional de Agricultura Familiar. A partir da obrigatoriedade da titulação conjunta da terra na reforma agrária, o índice de mulheres titulares de lotes de terra avançou de 24% para 55%.

Por meio do Expresso Cidadã (documentação da trabalhadora rural), foram emitidos mais de um milhão de documentos e 450 mil mulheres foram beneficiadas. Os direitos sexuais e reprodutivos também foram contemplados com a implementação do Plano Nacional de Enfrentamento à Feminização da Aids e outras DSTs.

A ampliação da participação das mulheres na política foi garantida na minirreforma eleitoral com a inclusão da obrigatoriedade de preenchimento de 30% das vagas nos partidos ou coligações para candidaturas femininas, 55% dos recursos do fundo partidário destinado à capacitação de mulheres para a política bem como 10% do tempo de propaganda eleitoral destinado às mulheres.

(Secretaria de Políticas para as Mulheres)

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