Programa Terra Forte investirá R$ 600 milhões na industrialização de assentamentos rurais
Acredito que essa é uma iniciativa capaz não só de suprir os meios para a própria família do campo, mas capaz de construir laços e beneficiar uma grande região.
A presidenta Dilma Rousseff anuncia, nesta segunda-feira (4), em Arapongas (PR), o programa Terra Forte, que vai investir R$ 600 milhões em projetos de agroindústria para 200 assentamentos, como o inaugurado no assentamento Dorcelina Folador.
O Programa Terra Forte contará com recursos de R$ 300 milhões, sendo R$ 150 milhões do fundo social do BNDES, R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil e R$ 130 milhões dos demais parceiros – Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social, Incra e Conab. Além disso, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 300 milhões em crédito para as cooperativas investirem em agroindústrias, totalizando R$ 600 milhões em recursos.
José Damasceno, produtor rural de 52 anos, que tem quatro filhos e um neto, vê no investimento na implementação da agroindústria em assentamentos um incentivo para que os jovens continuem no campo, com mais renda e emprego próximo a região que moram.
“A agroindústria complementa um processo que vai ajudar a resistir no campo. Isso favorece as pessoas a ficarem, faz com que os filhos do assentado tenham opção de emprego e renda no campo sem precisar deixar a família em busca de oportunidade”, defende.
Classe Média no campo
A presidenta afirmou que deseja criar uma classe média no campo e que o programa Terra Forte é um dos melhores caminhos para que os assentados tenham qualidade de vida.
“Nós queremos criar uma classe média no campo, uma classe média de pequenos produtores, de pequenos proprietários, uma classe média de cooperativados. Porque não há motivo para esse país, com a quantidade de riqueza que tem, ter pessoas na pobreza. Não há motivo, não há justificativa, e nós, nenhum de nós, podemos nos conformar com isso (…) E eu quero apoiar o Projeto Terra Forte, porque, para mim, esse caminho aqui é um dos melhores caminhos para que as pessoas, homens e mulheres que vivam no campo, assentados da reforma agrária, tenham acesso a essa situação”, disse.
Dilma afirmou ainda que a agroindústria de leite montada pela Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) no assentamento Dorcelina Folador é um exemplo a ser seguido.
“Eu queria dizer ainda, e por fim, que na definição clássica, a reforma agrária é a democratização à posse da terra. Nós temos no Brasil, hoje, um acúmulo. Sabemos que a reforma agrária terá resultados melhores se puder, ao mesmo tempo, mudar os padrões de produção. Reforma agrária e assentamento não é igual a agricultura de subsistência. Não é igual. Ela pode ser muito mais. Aqui hoje se provou que não só pode, como ocorreu. Ela é muito mais do que isso”.
O Programa Terra Forte contará com recursos de R$ 300 milhões, sendo R$ 150 milhões do fundo social do BNDES, R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil e R$ 130 milhões dos demais parceiros – Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social, Incra e Conab. Além disso, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 300 milhões em crédito para as cooperativas investirem em agroindústrias, totalizando R$ 600 milhões em recursos.
José Damasceno, produtor rural de 52 anos, que tem quatro filhos e um neto, vê no investimento na implementação da agroindústria em assentamentos um incentivo para que os jovens continuem no campo, com mais renda e emprego próximo a região que moram.
“A agroindústria complementa um processo que vai ajudar a resistir no campo. Isso favorece as pessoas a ficarem, faz com que os filhos do assentado tenham opção de emprego e renda no campo sem precisar deixar a família em busca de oportunidade”, defende.
Classe Média no campo
A presidenta afirmou que deseja criar uma classe média no campo e que o programa Terra Forte é um dos melhores caminhos para que os assentados tenham qualidade de vida.
“Nós queremos criar uma classe média no campo, uma classe média de pequenos produtores, de pequenos proprietários, uma classe média de cooperativados. Porque não há motivo para esse país, com a quantidade de riqueza que tem, ter pessoas na pobreza. Não há motivo, não há justificativa, e nós, nenhum de nós, podemos nos conformar com isso (…) E eu quero apoiar o Projeto Terra Forte, porque, para mim, esse caminho aqui é um dos melhores caminhos para que as pessoas, homens e mulheres que vivam no campo, assentados da reforma agrária, tenham acesso a essa situação”, disse.
Dilma afirmou ainda que a agroindústria de leite montada pela Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) no assentamento Dorcelina Folador é um exemplo a ser seguido.
“Eu queria dizer ainda, e por fim, que na definição clássica, a reforma agrária é a democratização à posse da terra. Nós temos no Brasil, hoje, um acúmulo. Sabemos que a reforma agrária terá resultados melhores se puder, ao mesmo tempo, mudar os padrões de produção. Reforma agrária e assentamento não é igual a agricultura de subsistência. Não é igual. Ela pode ser muito mais. Aqui hoje se provou que não só pode, como ocorreu. Ela é muito mais do que isso”.
Fonte: Blog do Planalto
Foto: Divulgação
