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Na TV, Gleisi fala sobre investimentos federais no PR e eleições 2014

Na última semana, a ministra-chefe da Casa Civil, senadora eleita pelo PT do Paraná, Gleisi Hoffmann foi entrevistada pela jornalista Joice Hasselmann no programa Paraná no Ar, da RIC TV Record, em Curitiba.

Na última semana, a ministra-chefe da Casa Civil, senadora eleita pelo PT do Paraná, Gleisi Hoffmann foi entrevistada pela jornalista Joice Hasselmann no programa Paraná no Ar, da RIC TV Record, em Curitiba.
Gleisi falou sobre as responsabilidades e desafios do cargo de ministra, a participação do PT na definição das políticas públicas do governo de Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba, a construção do metrô na capital, o subsídio para o transporte coletivo urbano, o desempenho do governo Beto Richa (PSDB) e a disputa eleitoral de 2014.
 
A ministra destacou que está “otimista e esperançosa” por uma boa administração de Fruet na capital. “Estou vendo, por parte do Gustavo, um entusiasmo e uma responsabilidade muito grande. Quando você tem uma visão alinhada, que vai para o mesmo lado, sabe que os problemas locais podem ser resolvidos com os programas e projetos que o governo federal. Estou entusiasmada e esperançosa que possamos ter em Curitiba uma bela administração”.
 
Gleisi também afirmou que é cedo para discutir a possibilidade de candidatar-se a governadora nas próximas eleições. “É cedo para falar de candidatura ao governo. Tenho um compromisso com a presidenta Dilma. Vamos deixar 2014 para 2014”.
 
Questionada sobre o desempenho do governo Richa, ela comentou que acompanha as notícias pelos jornais e que o governo do PSDB no Paraná é apenas “de regular para bom”.
 
Investimentos federais – Na última sexta-feira (8), a RIC TV Record levou ao ar a primeira parte da entrevista com a ministra Gleisi. Ela destacou a importância do pacote de investimentos nos portos brasileiros, que terá investimentos de cerca de R$ 54 bilhões, dos quais R$ 5 bilhões devem ser aplicados em Paranaguá. 
 
Sobre a redução das tarifas de energia elétrica, Gleisi afirmou que a não adesão da Copel e das empresas estatais paulista e mineira deve ter um impacto de 4% a menos na redução.
 
Fonte: PT Paraná.

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