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Começa a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa

A segunda etapa da vacinação dos bovinos e bubalinos contra a febre aftosa começou na última quinta-feira (1º) em 22 estados e no Distrito Federal. O segundo ciclo da campanha nacional de vacinação terá duração média de 30 dias e contribuirá inclusive com a implantação e manutenção de zonas livres da doença.

A segunda etapa da vacinação dos bovinos e bubalinos contra a febre aftosa começou na última quinta-feira (1º) em 22 estados e no Distrito Federal. O segundo ciclo da campanha nacional de vacinação terá duração média de 30 dias e contribuirá inclusive com a implantação e manutenção de zonas livres da doença.
 
O calendário nacional estabelece algumas diferenças no período de vacinação. Em Roraima, a vacinação foi realizada em outubro. Rondônia e Amapá iniciaram a imunização de todos os animais em 15 de outubro, sendo que o primeiro terminará a vacinação no dia 15 deste mês e o segundo apenas no dia 30. Santa Catarina não realiza vacinação por constituir uma zona livre da febre aftosa sem vacinação.
 
Após o término da vacinação, todos os pecuaristas devem entregar a declaração nas Unidades Veterinárias Locais ou nos Escritórios de Atendimento à Comunidade dos seus estados. Os produtores que não cumprirem com as suas obrigações serão impedidos de movimentar os animais até regularizar a situação, terão a vacinação acompanhada após o calendário regular e serão autuados.
 
Nordeste – Devido à seca que assola grande parte da região Nordeste, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) flexibilizou o calendário de vacinação nas áreas em situação de emergência. A medida visa evitar maiores comprometimentos na cobertura vacinal dos rebanhos da região. Os Serviços Veterinários Oficiais foram autorizados a ampliarem por até 30 dias o período de vacinação nessas áreas, de acordo com a necessidade, ou suspenderem temporariamente a imunização e enviarem relatório de situação ao Departamento de Defesa Animal até 15 de janeiro de 2013 para novas análises e decisões. O serviço veterinário oficial de cada unidade da Federação deverá regulamentar a medida escolhida, comunicar ao Mapa e dar ampla divulgação.
 
Com informações da Secom

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