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30.50 famílias selecionadas para o Minha Casa, Minha Vida em Maringá

O sonho da casa própria está prestes a se tornar realidade para 3.050 famílias de Maringá, no Noroeste do Paraná. A Prefeitura deu início à convocação das mesmas para a compra de 724 imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com valores entre R$ 64 mil e R$ 100 mil. Os nomes selecionados têm uma renda familiar entre três e seis salários mínimos e preferência na compra das casas e apartamentos. Todos estão cadastrados na fila de espera dos programas habitacionais do município.

O sonho da casa própria está prestes a se tornar realidade para 3.050 famílias de Maringá, no Noroeste do Paraná. A Prefeitura deu início à convocação das mesmas para a compra de 724 imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com valores entre R$ 64 mil e R$ 100 mil.

 
Os nomes selecionados têm uma renda familiar entre três e seis salários mínimos e preferência na compra das casas e apartamentos. Todos estão cadastrados na fila de espera dos programas habitacionais do município.
 
Os nomes que constam da lista terão que comparecer no próximo dia 27, um domingo, das 8h às 17h, no Pavilhão Cristina Helena Barros, do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, informa o jornal O Diário de Maringá. No local haverá estandes com os empreendimentos que estão sendo construídos e funcionários da Caixa para tirar dúvidas sobre o financiamento.
 
Segundo a prefeitura, basta levar um documento com foto para confirmar o interesse pelo imóvel. "Quem saiu na lista tem que ir domingo (27) no parque para ver os projetos e escolher um. Não há previsão de uma nova chamada", diz o secretário de Habitação, Gilberto Delgado.
 
Segundo Delgado, não haverá segunda chamada. Os imóveis que não forem negociados no domingo serão abertos ao mercado – qualquer um poderá comprar. Todos os 724 imóveis ainda estão em fase de construção, pela iniciativa privada. A prefeitura estima que o prazo para a entrega das obras seja 12 a 18 meses.
 
Entre os nomes na lista está o de Elizabete Wendler, 46 anos, que mora com o marido e uma filha na casa emprestada pelo sogro. Ela entrou na fila da casa própria 1993 e não via a possibilidade de comprar um imóvel na cidade se não fosse por um programa social.
 
"É chato morar de favor, mas comprar uma casa como? A gente paga hoje o que almoçou ontem", diz. A renda familiar é de R$ 1,4 mil. De acordo com o simulador da Caixa, ela poderia adquirir um dos apartamentos mais baratos do programa, no valor de R$ 64 mil, sem entrada, com as primeiras parcelas em torno de R$ 340, em 25 anos para pagar e subsídio de R$ 16,9 mil do governo.
 
Optar por uma das casas sairia mais caro para a família Wendler. A mais barata à venda nos estandes do parque de exposições, próximo dia 27, será de R$ 92 mil. Os Wendler teriam que dar R$ 17,5 mil de entrada. As primeiras parcelas – há redução com o passar dos anos – seriam de R$ 420. "Agora é sentar e fazer as contas para ver se dá", conta Elizabete.
 
Cadastro
A Secretaria de Habitação suspendeu por tempo indeterminado as inscrições de novas famílias interessadas na aquisição da casa própria.
 
Segundo o governo municipal, a medida foi tomada para adequar a lista a um quadro real. Em 2009, 30 mil pessoas estavam na fila de espera por habitação popular. No final daquele ano foi feito um recadastramento que reduziu o número quase pela metade.
 
Tamanho
16 mil famílias estão na fila da casa própria em Maringá, segundo Secretaria de Maringá.
 
Nomes
A relação completa dos convocados pela Prefeitura está nas páginas C8, C9, C10 e C11. Outras informações na Secretaria de Habitação – Avenida XV de Novembro, 1.229 (esquina com a Rua Silva Jardim) – e pelo telefone 3901-2315.
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